O que é CiberCrime?
Cibercrime (Cybercrime em inglês) é a palavra dada a uma prática que consiste em fraudar a segurança de computadores ou redes empresariais. E você sabia que pode estar ajudando esse tipo de crime.
Confira e veja se você é realmente cumplice desta pratica.
Este crime pode ser promovido de diversas maneiras: disseminação de vírus que coletam e-mails para venda de mailing; distribuição material pornográfico (em especial infantil); fraudes bancárias; violação de propriedade intelectual e direitos conexos ou mera invasão de sites para deixar mensagens difamatórias como forma de insulto a outras pessoas.
O termo "cibercrime" surgiu depois de uma reunião, em Lyon, na França, de um subgrupo das nações do G8, que analisou e discutiu os crimes promovidos via aparelhos eletrônicos ou pela disseminação de informações para a internet. Isso aconteceu no final da década de 90, período em que Internet se expandia pelos países da América do Norte.
O subgrupo, chamado "Grupo de Lyon", usava o termo para descrever, de forma muito extensa, todos os tipos de crime praticados na Internet ou nas novas redes de telecomunicações, que estavam e estão cada vez mais acessíveis em termos de custo.
Apesar de não possuir legislação efetiva, no Brasil, é possível tipificar alguns crimes no código penal ordinário. A única maneira de um hacker não ser pego é se ele, ao invadir a rede, não alterar nada nela.
Prevenção
Especialistas orientam que os internautas não devem abrir e-mails com anexos suspeitos (formato de aquivo.exe, por exemplo) de pessoas desconhecidas ou não acreditar em e-mails que ofertam facilmente prêmios. Além de evitar sites pouco conhecidos e de conteúdo duvidoso. Manter o anti-vírus sempre atualizado também é essencial para evitar transtornos.
No Brasil
O cibercrime é uma prática constante no Brasil. Em 2002, o Brasil liderou o ranking mundial de cibercrime, segundo um levantamento da empresa britânica mi2g.[1] A empresa Ipsos Tambor, parceira da AVG, constatou em 2008 que o Brasil lidera o ranking de ataques a contas bancárias por hackers.[2] Só na àrea da pirataria de software, a indústria de programas para computador estimou o prejuízo em US$ 1,617 bilhão para 2007 no Brasil
Projeto de Lei
Contextualizado a esse realidade, o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) elaborou, em 2003, um projeto de lei (PL) que pretende definir regras para controlar o uso da Internet. Regras essas que tipificam a prática do cibercrime. O projeto nº 1503/03 foi aprovado como a Lei 10.740/03.
Em 2005, Azeredo relatou um outro projeto de lei,. Desta vez, a propositura definia crimes de informática como: difusão de vírus, acesso não autorizado, "phishing" que para roubar senhas e outras informações de conta bancária e cartões de crédito, ataques à rede de computadores.
No ano de 2006, o PL, foi alterado por Azeredo, que transformou a penalização ao provedor. Para algumas pessoas, o projeto é demasiadamente exagerado pois feri a liberdade e o progresso do conhecimento na internet brasileira. O PL que apresenta propostas para combater os crimes de informática foi aprovado pela Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado no dia 12 de dezembro 2007.
A proposição altera o Decreto-Lei nº 2848, de 07 de dezembro de 1940 - Código Penal e a Lei nº 9296, de 24 de julho de 1996, que dispõe sobre os crimes cometidos na área de informática, e suas penalidades, dispondo que o acesso de terceiros, não autorizados pelos respectivos interessados, a informações privadas mantidas em redes de computadores, dependerá de prévia autorização judicial).
De acordo com o capítulo IV do projeto de lei, acessar, mediante violação de segurança, rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, protegidos por expressa restrição de acesso, é considerado crime com pena de reclusão, de um a três anos, e multa.
No propositura de Eduardo Azeredo também são definidas outras práticas ligadas ao acesso à WEB, consideradas crime, algumas delas são:
Obtenção, transferência ou fornecimento não autorizado de dado ou informação;
Divulgação ou utilização indevida de informações e dados pessoais;
Inserção ou difusão de código malicioso.
Fonte: Wikipedia
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
CiberCrime! Será que você é um Cumplice desse Crime?
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Cansado de preencher tantos cadastros? Esse site faz essa parte chata para você!
Bug me Not
Extensão Chrome
Extensão FireFox
Você já precisou entrar em algum site que exige que você se cadastre para ter acesso ao conteúdo? Às vezes isso pode ser bem chato. Para passar por cima disso e navegar nessas páginas de maneira fácil, conheça a Bug Me Not.
"Bug me not" pode ser traduzido como "não me incomode", já que serviço permite que você entre em conteúdos exclusivos de alguns sites sem que precise perder tempo criando login e senha. Ele funciona como uma extensão para o Chrome ou o Firefox. É só baixar e usar no próprio navegador. Depois de instalar o programa você vai ver um ícone, parecido com uma placa de "proibido" com um inseto dentro. Então é só acessar a página que você quiser usar e que precise fazer o cadastro. O ícone vai ficar colorido assim que detectar logins disponíveis. Entre na página de acesso e clique no ícone do programa. O Bug me Not vai abrir uma série de logins disponíveis com a porcentagem de sucesso deles. Aí é só escolher o que preferir e logar. Você pode clicar de novo no ícone para mandar um feedback e para o site falando se o login funciona ou não.
Mas, como nem tudo é perfeito, algumas páginas não podem ser acessadas com o Bug me Not. O programa não pretende infringir nenhum direito dos sites, por isso não disponibiliza logins para todos. Não é possivel utilizar o YouTube e outros sites do Google, por exemplo. Sites com conteúdo pago também são proibidos. Por isso que a idéia é usar o programa com consciência! Gostou da dica? Então clique nos links que acompanham esse texto e aproveite!
Fonte: Olhar Digital
quinta-feira, 13 de maio de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
O que é o FLISOL?
O FLISOL (Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre) é o maior evento de divulgação de Software Livre da América Latina. Ele acontece desde 2005 e seu principal objetivo é promover o uso de software livre, apresentando sua filosofia, seu alcance, avanços e desenvolvimento ao público em geral.
Com esta finalidade, diversas comunidades locais de Software Livre (em cada país, em cada cidade/localidade), organizam simultaneamente eventos em que se instala gratuitamente e totalmente legal, software livre nos computadores levados pelos participantes. Também, paralelamente, são oferecidas apresentações, palestras e oficinas, sobre temas locais, nacionais e latinoamericanos sobre Software Livre, com toda sua variedade de expressões: artística, acadêmica, empresarial e social.
No ano passado, alcançamos o recorde de público da América Latina, mobilizando cerca de 1.200 participantes para o Flisol-Goiânia. Goiânia já participou de 5 edições do evento. Esse ano a 6ª edição do evento será realizada na Faculdade ALFA no dia 24 de abril e acontecerá em Goiás também nas cidades de Uruaçu e Anápolis.
Inscrições 2010
Inscrições FLISOL - Goiânia 2010
Estão abertas as inscrições para o FLISOL Goiânia 2010. Clique no link inscrições logo abaixo e efetue a sua inscrição.
As inscrições estarão abertas até as 18 horas do dia 23 de Abril, um dia antes do evento. A inscrição não é obrigatória para participação no evento, entretanto, só receberão certificado aquelas pessoas que a fizerem.
A inscrição pode ser feita nesse link: http://www.flisolgo.org.br/gyn/index.php/inscricoes
Faça sua inscrição e venha participar!
Assinar:
Postagens (Atom)

