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domingo, 13 de fevereiro de 2011

10 motivos para se livrar do WINDOWS XP


O Windows XP surgiu para ocupar o lugar do Windows 2000 e ME. Essa versão do sistema operacional da Microsoft foi desenvolvida com o objetivo de revolucionar a interação entre o computador e o usuário.
Nesse sentido o XP não deixou a desejar na época do seu lançamento. O visual todo azulado e as ferramentas mais elaborados que as dos seus antecessores fizeram a versão liderar o mercado. De 26 de outubro de 2001, data do seu lançamento comercial, até janeiro de 2006, o XP atingiu 400 milhões de licenças vendidas, segundo a idg. Seu auge ocorreu em dezembro do mesmo ano, quando o SO abocanhou 85% dos usuários.
Mesmo com o lançamento do seu sucessor, o Windows Vista, a versão continuou sendo aclamada pelo mercado. O Vista apresentou uma série de dificuldades de compatibilidade, consumo exagerado de memória e processador que fizeram com que ele não vingasse e fosse esmagado por críticas.
Sem perder tempo, a Microsoft criou o Windows 7 – o qual começou a ser tratado como a obra-prima dos sistemas operacionais. Entretanto, o clássico XP não perdeu tanto mercado quanto o esperado por seus genitores. O bom e “velho” sistema operacional, de acordo com o site de estatísticas para a internet e tecnologias Net Applications
, ainda ocupava no mês de agosto de 2010 mais de 60% dos computadores em todo o mundo!


A supremacia do Windows XP tem sido derrubada aos poucos, isso é fato e a Microsoft tem tomado medidas que o empurram ao sepultamento. Estaria na hora do XP ser aposentado de uma vez por todas? Conheça dez motivos para deixar de usar a versão de sistema operacional de maior sucesso da história.

1º - Os anos de trabalho têm pesado

Nestes quase dez anos de vida do Windows XP, os softwares e hardwares sofreram drásticos aperfeiçoamentos, exigindo melhor desempenho do sistema operacional. O vovô dos SOs começa a demonstrar sinais de fraqueza. Em meados do ano passado o Baixaki realizou alguns testes com as últimas três versões da empresa do Bill Gates e o resultado aponta o Windows 7 como o mais veloz. Acesse o artigo clicando aqui e confira mais detalhes desta comparação.
O sistema de indexação das bibliotecas do XP é precário se comparado com o xodó da Microsoft, o Windows 7. Neste último, a organização e exibição dos arquivos acontecem em tempo real e segmentando o resultado de pesquisas por categorias de arquivos. Caso tenha a oportunidade de interagir com o Windows 7, digite alguns termos no campo de pesquisa apresentado ao pressionar o botão Iniciar e faça o teste.





Outro recurso do XP que está defasado é o chamado “Documentos recentes”. Na versão caçula de Bill Gates essa ferramenta recebe o nome de Jump Lists, que mantém os documentos melhor atualizados e proporciona considerável agilidade em sua acessibilidade.
2º - Pensando em usufruir do IE9? Esqueça!

Na semana passada o Internet Explorer 9 teve sua versão de teste lançada. O Beta do navegador da Microsoft chamou atenção pela total reformulação da sua interface, ganho na velocidade de abertura de abas, melhorias no gerenciador de downloads e maior interação com o sistema operacional. Ficou com vontade de experimentá-lo, não é mesmo?
Infelizmente, temos uma péssima notícia para os usuários do Windows XP: o IE9 não é compatível com tal versão de SO. Para testar os novos recursos do browser mais popular você terá que recorrer aos seus amigos, primos ou o dono da lan-house mais próxima da sua casa.
3º - O MSN 2010 também está fora da jogada






Não é possível utilizar o Internet Explorer mais atual, tudo bem. Pelo menos as máquinas com o Windows XP mandam mensagens instantaneamente sem qualquer problema. Mandar você consegue, mas não com a novidade da Microsoft para o seu comunicador instantâneo – o qual domina completamente o mercado. O msn 2010 é outro aplicativo que não é suportado pelo XP.
Conforme citado anteriormente, ao que tudo indica, a empresa criadora do Windows XP está procurando forçar as pessoas a migrar de versão de SO, cortando compatibilidades do ancião dos sistemas operacionais com os programas essenciais no dia a dia dos usuários. Digamos que essa jogada não é muito justa com seus clientes, mas faz parte dos interesses corporativos. Não conhece o novo mensageiro? Não perca tempo e confira o que adoramos e odiamos no MSN Messenger 2010.


4º - Precisando de maquiagem

Em relação aos aspectos visuais é comum que versões mais atuais tragam novidades que tornem a interface do sistema operacional mais atraente. Do XP para o Vista houve uma mudança brutal do layout e características gráficas. Em relação ao Windows 7 a diferença é ainda mais clara.
Embora muitos ainda prefiram a simplicidade do SO líder de mercado até hoje, a transparência e os níveis de personalização do caçula da Microsoft dão um ar mais moderno, sofisticado e descolado para a máquina.
O Aero Peek (recurso que deixa apenas a janela apontada pelo cursor na Barra de tarefas à mostra), o Aero Snap (sistema que possibilita minimizar janelas apenas sacudindo-as) e a disposição das janelas em qualquer parte da Área de trabalho empurrando-as para as laterais da tela são algumas das ferramentas que garantem a maior praticidade do Windows 7.
É possível incrementar o Windows XP com alguns aplicativos que o deixam mais parecido com a versão preferida da Microsoft. Aqui no Baixaki você encontra uma infinidade de temas, wallpapers e outros softwares nesse sentido. O resultado é bacana, muitas vezes é difícil identificar a diferença entre um XP turbinado e um 7 original. O único contraponto é a possibilidade dessas implementações aumentarem o consumo de memória, o que torna o PC mais lento.
5º - Quer pagar quanto?

Chegamos ao momento de discutir algo que é de suma importância no momento de decisão para o upgrade: o custo do sistema operacional. Pelos recursos oferecidos, o Windows XP era considerado caro para a época em que sua comercialização atingiu seu apogeu – o que lhe dá crédito de qualidade



Por sua vez, o Vista foi a grande desilusão da Microsoft. Com preços elevados e reclamações incessantes, a versão não teve grande difusão no mercado e já nasceu fadada ao fracasso. O Windows 7 não pode ser considerado o modelo de economia na aquisição de um software. Entretanto, proporcionalmente, a versão mais nova é a mais barata entre as três.
Vale ressaltar que o queridinho da empresa de Bill Gates é o sistema operacional que tem sistema de defesa contra pirataria mais eficaz. As cópias sem certificação existem, mas não são nem um pouco indicadas. Esses SOs crackeados são uma porta aberta para a invasão de pragas virtuais, como vírus e spywares.


6º - Caindo no esquecimento

A intenção da Microsoft em abandonar o Windows XP aliada à difusão de aplicativos em 64 bits (que apresentam melhores efeitos gráficos e desempenho do PC) força ainda mais que os usuários abandonem o sistema operacional companheiro de tantos anos. Os desenvolvedores de todo o mundo estão sendo pressionados a elaborar programas voltados para os modelos mais novos de processadores, memórias e SOs. Isso deve ser percebido daqui a alguns anos pelos usuários.
Quer um exemplo? O Windows XP de 32 bits tem dificuldade em reconhecer mais de 3 GB de memória RAM. Não significa que ele não opere em conjunto com quantias maiores, mas o desempenho do computador não é explorado ao máximo. A tendência de que máquinas saiam de fábrica com quatro e seis gigabytes está cada vez mais próxima da realidade – já possível adquirir pentes de memória de 6 GB em lojas especializadas em informática.







O receio da grande maioria dos usuários ao cogitar a ideia de migrar do XP para o Windows 7 é a possível incompatibilidade com os softwares comumente utilizados. O fato é que a versão mais nova do SO da Microsoft possui o Modo Windows XP, o qual possibilita que aplicativos nativos do SO mais antigo sejam instalados sem qualquer problema. Confira como proceder em “Windows 7 com programas para XP sem problemas de compatibilidade”.




7º - Correndo riscos

No que concerne à proteção contra as ameaças digitais, o Windows XP conta com o Windows Security Center (Central de Segurança do Windows). Com a atualização do sistema operacional, o sistema de defesa (chamado agora de Action Center) teve sua capacidade expandida por meio de informações mais precisas e completas sobre os possíveis invasores.
As notificações de problemas, fornecimento de dados de monitoramento e informações relacionadas à manutenção do sistema são mais claras no Windows 7. Nesta mesma versão, as ferramentas de backup e restauração oferecem dispositivos de agendamento para que o cotidiano do usuário se torne mais prático.











Nada disso significa que exista um sistema operacional imune aos malwares e às ações de hackers e crackers. A tendência natural é que os desenvolvedores dos SOs implementem mecanismos que inibem essas ameaças com as novas versões.

8º - Carregando o SO para todo lado

Para os computadores móveis o Windows XP tem seu desempenho reduzido. Neste tipo de equipamento, a economia de consumo de energia é um fator crucial para a aceitação dos fabricantes. Na intenção de poupar a bateria dos notebooks, por exemplo, o Windows 7 disponibiliza gerenciadores de energia mais avançados e eficientes que o seu avô.
A forma como as redes sem fio, também conhecidas como Wi-Fi ou wireless, são encontradas e conectadas acontece com maior naturalidade. Com alguns cliques o jovem sistema operacional estabelece sua conexão com esse tipo de tecnologia, diferentemente do processo cheio de janelas do Windows XP.




9º - Quem não comprou, não compra mais

O domínio de mercado por parte do Windows XP nós já apresentamos no início deste artigo. Mas isso parece não sensibilizar a empresa de Bill Gates. Os responsáveis pela multinacional dizem saber do valor que este sistema operacional tem para seus milhões de clientes mundo afora.




Entretanto, isso não os coibiu a tomar mais uma atitude que visa enterrar o SO que chegará a uma década de vida no ano que vem: as vendas do XP serão encerradas no dia 22 de outubro de 2010. Ou seja, se você é fã incondicional do “velho” guerreiro da computação, deve correr para comprar sua licença. Dê uma olhada na notícia publicada referente ao acontecido.
10º - Fim do suporte

Os simpatizantes do Windows XP não estão nada satisfeitos com as ações da desenvolvedora para sacrificá-lo. Como se não bastasse encerrar as vendas e promover incentivos à criação de softwares compatíveis apenas com as versões mais atuais, a Microsoft não dá mais suporte técnico para o Windows XP Service Pack 2 desde o dia 13 de julho de 2010, e o Pack 3 terá assistência até 2014 – conforme política do ciclo de vida de produtos estipulado pela multinacional.





sábado, 12 de fevereiro de 2011

Linha do Tempo! Saiba como a informática entrou no Brasil?

Linha do Tempo - Informática no Brasil








1917
A IBM inicia suas operações no Brasil. Através de um contrato de prestação de serviços, surge no Brasil a empresa norte americana Computing Tabulating Recording Company, que em 1924, sob aliderança de Thomas J. Watson, foi registrada nos Estados Unidos como International Business Machines Corporation (IBM).



1924
A IBM é autorizada a operar no Brasil por um decreto assinado pelo presidente Arthur Bernardes.

1939
Inaugurada no Brasil a primeira fábrica da IBM fora dos Estados Unidos, localizada no bairro de Benfica, no Rio de Janeiro.



1957
Chegou um Univac-120, o primeiro computador no Brasil, adquirido pelo Governo do Estado de São Paulo, era usado para calcular todo o consumo de água na capital. Ocupava o andar inteiro do prédio onde foi instalado. Equipado com 4.500 válvulas, fazia 12 mil somas ou subtrações por minuto e 2.400 multiplicações ou divisões, no mesmo tempo.

1959
A empresa Anderson Clayton compra um Ramac 305 da IBM, o primeiro computador do setor privado brasileiro. Dois metros de largura, um metro e oitenta de altura, ocupava um andar inteiro da empresa. A empresa foi uma das primeiras fora dos Estados Unidos a usar esse computador.



1961
(Zezinho) - Como trabalho de fim de curso de engenharia eletrônica no ITA e auxílio financeiro do CNPq de 350 dólares, quatro alunos, José Ellis Ripper, Fernando Vieira de Souza, Alfred Wolkmer e Andras Vásárhelyi auxiliados pelo chefe da Divisão de Eletrônica do ITA e professor Richard Wallauschek construiram o "Zezinho". Com os recursos disponíveis não foi possivel construir um computador com grande capacidade de memória, o painel tinha dois metros de largura por um metro e meio de altura, foram utilizados cerca de 1500 transistores e diodos de fabricação nacional, produzidos pela Ibrape, uma subsidiária da Philips, tinha capacidade para fazer vinte operações. Era um computador didático, para uso em laboratório. Ganhou, entretanto, lugar na história como o primeiro computador não-comercial transistorizado totalmente nacional projetado e construído no Brasil, embora um sucesso, foi desmontado pelos alunos das turmas seguintes, que utilizaram seus circuitos para novas experiências.

A Fábrica da IBM, em Benfica-RJ, inicia a montagem de computadores da linha 1401.





1964
01/Dezembro - Criado o Serpro - Serviço Federal de Processamento de Dados, empresa pública criada para modernizar e dar agilidade a setores estratégicos da administração pública.

1968
1º CNI - Congresso Nacional de Informática.

1969
24/Julho - Criada a Prodesp - Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo.



1971
Entra em operação a fábrica da IBM na cidade de Sumaré/SP.

1972
05/Abril - Criado a Capre - Comissão de Coordenação das Atividades de Processamento Eletrônico, órgão governamental cujo objetivo inicial era promover o uso mais eficiente dos computadores na administração pública e traçar uma política tecnológica para a área de informática.

Julho - Construído o "Patinho Feio" no Laboratório de Sistemas Digitais - LSD da Escola Politécnica da USP, foi concebido como um trabalho de fim de curso. O Patinho Feio é tido como o primeiro computador, documentado e com estrutura de computação clássica, desenvolvido no Brasil. Tinha um metro de comprimento, um metro de altura, 80 centímetros de largura, pesava mais de 100 quilos e possuía 450 pastilhas de circuitos integrados, formando 3 mil blocos lógicos distribuídos em 45 placas de circuito impresso. A memória podia armazenar 4.096 palavras de 8 bits, ou seja, 4K. O Patinho feio se tornou um marco inicial porque gerou massa crítica para a consolidação da indústria de informática no Brasil.




1974
18/Julho - Fundação da COBRA - Computadores e Sistemas Brasileiros Ltda. A Cobra foi a primeira empresa brasileira a desenvolver, fabricar e comercializar computadores.

1975
Fundação do LSI - Laboratório de Sistemas Integráveis na Escola Politécnica da USP.

Junho - Fundação da Scopus, uma das principais empresas de informática do Brasil. Empresa criada por um grupo de ex-professores da Poli-USP que trabalharam no desenvolvimento do minicomputador G-10.

Agosto - Lançamento da revista Dados & Idéias. Revista lançada pelo Serpro para mostrar a realidade tecnológica no Brasil. Periodicidade bimestral.



1976
Março - Lançado o DataNews, tablóide quinzenal especializado no noticiário sobre informática, editado pela ComputerWorld do Brasil.

Fundada a Prológica em São Paulo, um dos maiores fabricantes de equipamentos de processamento de dados, entre eles o Sistema-700 e CP-500, ambos micros de 8 bits e o SP-16, compatível com PC-XT.


1978
Janeiro - Fundada a SID - Sistemas de Informação Distribuída S/A.

Julho - Fundada na UFRJ a SBC - Sociedade Brasileira de Computação. A SBC é uma instituição acadêmica que incentiva e desenvolve pesquisa científica na área da computação no Brasil.






1979
09/Outubro - Criado a SEI - Secretaria Especial de Informática. Após ampla reestruturação dos órgãos governamentais responsáveis pelo setor de informática, a Capre foi substituída pela SEI na formulação da Política Nacional de Informática.

16/Novembro - Fundação da Itautec - Itaú Tecnologia S/A, empresa criada para desenvolver a automação bancária do grupo Itaú.


Fundada a Elebra Informática S/A, grande fabricante de impressoras, entre elas a matricial Emília.

1980
Pela primeira vez um microcomputador era vendido em um grande magazine. Entre vitrinas com eletrodomésticos, ofertas de cama, mesa e banho, muidezas, câmaras fotográficas e calculadoras, o Mappin da Praça Ramos, no centro de São Paulo, vendia o D-8000, microcomputador da Dismac.

Lançado pela Cobra na SUCESU de 1980 o primeiro minicomputador totalmente projetado, desenvolvido e fabricado no Brasil a alcançar o mercado, o Cobra 530.




1981
Fundação da Microdigital, foi na primeira metade da década de 80 o maior fabricante nacional de microcomputadores. Famosa pelos seus micros da linha Sinclair como o TK-85, TK-90X e TK-95.

Desenvolvido o Sistema 700 da Prológica, microcomputador de uso profissional de 8 bits.

Outubro - Lançamento da revista MicroSistemas, primeira publicação brasileira dedicada exclusivamente aos microcomputadores.

16 - 23/Outubro - Realizada a I Feira Internacional de Informática no Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi/SP, teve 117.253 visitantes e 183 expositores. Foi um evento paralelo à realização do XIV CNI - Congresso Nacional de Informática.

23/Outubro - Inaugurado o 1º laboratório de microinformática no Brasil, instalado numa sala dentro da biblioteca da Faculdade de Economia e Administração da USP, tinha cinco microcomputadores D-8000, cedidos pela Dismac. O laboratório era aberto a todos os alunos da universidade.




1982
Fevereiro - Fundado o IBPI - Instituto Brasileiro de Pesquisa em Informática, instituto criado para o ensino de profissionais de informática, no Rio de Janeiro/RJ.

1983
Março - Lançado o microcomputador EGO pela empresa Softec, primeiro microcomputador brasileiro a utilizar a tecnologia dos microprocessadores de 16 bits, compatível com o IBM PC, era baseado no microprocessador 8080 da Intel e clock de 5 MHz.



1984
Lançado pela Telesp - Companhia Telefônica do Estado de São Paulo o primeiro sistema de videotexto brasileiro. O teste piloto ocorreu de 1982 a 1984 com 1.500 assinantes da Telesp.

29/Outubro - Sancionada a Lei nº 7.232 que estabelecia os princípios, objetivos e diretrizes da Política Nacional de Informática, estava criada a reserva de mercado de informática no Brasil.


1985
Agosto - Fundada a Gradiente Informática, fabricante do Expert, microcomputador de 8 bits da linha MSX.



1986
09/Setembro - Fundada em São Paulo a ABES - Associação Brasileira das Empresas de Software.

1987
Criação da Fácil Informática, empresa desenvolvedora do editor de textos Fácil.

24 - 27/Março - 1º FENASOFT - Feira Nacional do Software, no Riocentro, Rio de Janeiro.



1995
26 - 29/Setembro - Realizado a COMNET Fenasoft Brazil´95 no Pq. Anhembi em São Paulo, evento internacional de telecomunicações e redes.

Realizado o I CONIP - Congresso Nacional de Informática Pública, em São Paulo. Fórum para discussão e apresentação do uso da tecnologia da informação no serviço público. 







As imagens acima não estão em ordem cronológica, são apenas meras ilustrações. 

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Capacidade da Internet pode esgotar em 2011


Crescente uso da internet e a falta de investimento em infra-estruturas devem saturar a rede de internet em apenas três anos, afirma um estudo da empresa de consultoria Nemertes Research anunciado na quarta-feira em San Francisco, nos Estados Unidos.

Segundo Nemertes, os usuários terão que contar com cortes no serviço da internet daqui a 2011 se não for elevado drasticamente o investimento. A situação será especialmente preocupante na América do Norte, acrescentou o estudo.

Os provedores deveriam investir entre US$ 42 biliões (R$ 74,7 biliões) e US$ 55 biliões (R$ 97,8 biliões) –cerca de 65% mais do que estimam os planos actuais– para elevar sua capacidade.

O principal problema é que a infra-estrutura atual não pode cobrir a crescente demanda de conexão à internet de banda larga, afirmaram os consultores.

Nemertes reconheceu que este estudo é só “a melhor aproximação possível” da situação real, pois a internet é “quase opaca à investigação”.

Segundo ele, isso ocorre porque os provedores comerciais não querem divulgar informações que pudessem chegar à concorrência ou colocar em perigo a privacidade dos usuários 

da Folha Online

Relativamente à conclusão quanto à impossibilidade do estudo ter um melhor resultado possível do que este quer-me parecer que as razões invocadas não devem ser tanto essas mas sim o de os utilizadores da internet não ficaram a saber que não estão a ser feitos grandes investimentos nesta área porque o que essencialmente importa é rentabilizar o negócio, ainda que o serviço do ponto de vista da qualidade se vá degradando.







IPcalipse: a internet pode acabar


Entenda quais são as mudanças provocadas pela chegada do IPv6 e como ela vai impactar diretamente no seu dia a dia.


A internet como você conhece está próxima do fim. Calma, não é preciso entrar em pânico ou correr para baixar tudo aquilo que você deseja antes que alguma espécie de apocalipse aconteça. A solução para o fim da internet já foi encontrada e atende pelo nome de IPv6.
Já em funcionamento em alguns sites, como o YouTube, o novo protocolo permitirá ampliar as possibilidades de acesso à rede de uma maneira sem precedentes. Entenda exatamente o que está acontecendo e como essa sigla permitirá que você navegue pela rede nas próximas décadas.


A estrutura da internet: você é um número


Você pode não gostar muito da ideia, mas para a grande rede de computadores seu computador é apenas um número. A sigla IP significa Internet Protocol, ou Protocolo de Internet. Esse protocolo determina um conjunto de regras para que os computadores possam se comunicar uns com os outros na internet


Para que essa identificação seja facilitada, cada máquina é identificada por um número único. Esse número IP ou endereço IP é a garantia de que você é único na rede e que não haverá nenhuma dúvida quando outra máquina tentar localizar a sua.
Desde a década de 80, a internet utiliza como padrão para esses endereços o IPv4 (Protocolo Internet versão 4). Esse protocolo é composto por endereços de 32 bits, o que possibilita um total de 4.294.967.296 endereços distintos. O número pode parecer grandioso, mas ele está se tornando pequeno e seu limite deve ser alcançado ainda em 2011.
Sim, isso significa que podemos ter em alguns momentos mais de 4.294.967.296 aparelhos conectados simultaneamente na rede. Basta um a mais para que alguém fique de fora e é justamente aí que começaria o apocalipse dos IPs.



IPcalipse: o dia que a internet vai parar






Se as previsões dos especialistas estiverem corretas, o esgotamento dos endereços IPv4 deve acontecer em algum dia no mês de fevereiro deste ano. De acordo com o perfil do Twitter ARPAgeddon o número de IPs disponíveis hoje está em menos de 25 milhões.
Se levarmos em consideração que, atualmente, em cerca de 7 a 10 horas mais de 1 milhão de novos endereços são utilizados, podemos prever com facilidade o caos para algum dia do início do mês de fevereiro. O que exatamente aconteceria? Simples: você tentaria se conectar à web e, sem um número disponível, não conseguiria.
Isso, contudo, não impediria o funcionamento da rede. Como esse número é dinâmico, você poderia revezá-lo com outros usuários, mas o crescimento da rede estaria ameaçado. Pense em novos portáteis e computadores disponíveis, em número cada vez maior, e com menos possibilidades de acesso à rede.



IPv6: a solução para os problemas da rede?




Sabendo que as possibilidades do IPv4 um dia se esgotariam, desde a década de 90 os comitês gestores do serviço de internet em todo o mundo iniciaram suas pesquisas e começaram a trabalhar em novas versões de protocolos. Os esforços resultaram no IPv6 (Internet Protocol versão 6).
As duas novidades mais significativas dos IPv6 ficam por conta da reestruturação da maneira como os IPs são distribuídos e, principalmente, pela quantidade de endereços disponíveis a partir de agora na rede.
Os protocolos IPv6, diferente do IPv4, operam com números em 128 bits em vez de 32 bits. Isso significa, na prática, que o número de endereços disponíveis salta dos 4.294.967.296 para impressionantes 340.282.366.920.938.463.463.374.607.431.768.211.456. O número equivale a cerca de 5,6 x 1028 endereços por pessoa.




Com isso, ampliam-se consideravelmente as possibilidades de crescimento da rede. Além dos computadores e celulares, outros dispositivos que atualmente não necessitam, necessariamente, conexão com a internet podem ter seu espaço garantido no futuro.
Geladeiras, relógios, porta-retratos digitais e uma série de outros gadgets poderão se transformar em um endereço de IP na rede sem que, para isso, computadores e celulares estejam ameaçados de não encontrar um espaço disponível.


O que você precisa fazer para não ficar de fora dessa mudança?

Para quem utiliza as versões mais recentes dos sistemas operacionais ou dispõe de computadores e dispositivos mais recentes a transição, do ponto de vista do usuário, será extremamente simples. A maioria deles já conta com suporte para o IPv6.
Se você utiliza Windows e quer checar isso, basta digitar o comando “cmd” no campo de pesquisa do menu Iniciar. Na tela de comando que será aberta digite “ipconfig”. Entre os números listados, um deles será o do IPv6


O maior trabalho, contudo, ficará a cargo dos provedores e serviços de hospedagem. São eles que terão que reescrever as linhas de código para que, quando o usuário tente se comunicar pela rede, utilize automaticamente o endereço IPv6 em vez do IPv4.
No Brasil, as maiores operadoras como GVT, Telefonica e Oi, já estão com processos adiantados para essa transição de forma que é apenas uma questão de tempo para que ela seja definitivamente implantada. Além disso, durante pelo menos os próximos dois anos, as duas versões coexistirão na rede até que, gradativamente, o IPv4 caia em desuso.



Além disso, quais outros diferenciais do IPv6?


A implantação do IPv6 é inevitável, portanto nada melhor do que saber mais sobre ele e
conhecer quais são as novidades que o novo protocolo traz consigo além de vasta ampliação no número de endereços.
O IPv6 não requer o uso de NAT (Network Address Translation), ou seja, a solução paliativa encontrada para melhorar as configurações de segurança, mas devido a muitas dificuldades que trouxe para a rede, foi completamente abandonada.
O suporte ao IPSEC passa a ser obrigatório, garantindo a autenticidade das informações na rede e melhorando as questões de segurança na transmissão de dados. A configuração agora pode ser automática e não apenas manual ou via DHCP.



Para facilitar a configuração automática o IPv6 determina um tamanho mínimo /64 para as redes locais, permitindo a ligação de muitos dispositivos diferentes. No IPv4 não havia um tamanho mínimo para uma rede local, o que as tornava mais limitadas.



quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Wireless - Como Driblar a Segurança

Este E-Book é um tutorial, que explica como invadir uma rede wireless para poder utiliza da mesma. Porém este tutorial também te ajuda a previnir sua rede destes ataque.



Muito Bom!!!

Tamanho: 1.9 Mb

Hospedagem: Easyshare